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Sun 05 Sep 2010
Sua empresa está preparada para enfrentar os desafios atuais? PDF Imprimir E-mail

Sustentabilidade

Há muita agitação no mercado, na mídia, sobre a crise de credibilidade que sofrem os mercados financeiros mundiais. É lamentável a displicência de governantes de grandes países e dirigentes de empresas que lesaram seus clientes pelo mundo a fora!

Isso deve-se ao modelo obsoleto e falido de gestão de RH, imposto pela forma de gestão e cultura organizacional norte americana.

A cultura do “ganha – perde” implantada por eles, e obviamente injusta! Causa prejuízos aos envolvidos!

Sabe-se no Brasil, e de longa data, que só é bom e devemos fazer negócio se for “ganha x ganha”! Isso evita os problemas decorrentes de ações antiéticas e tendenciosas, como as vistas atualmente.

Muitas empresas, durante muitos anos, contrataram funcionários abaixo de suas reais necessidades! Principalmente intelectuais, sob a justificativa de que esses reivindicariam menos, devido a sua auto-estima ser muito baixa!

Esse momento atual é cheio de oportunidades para investir e fazer crescer. Só que para isso, são necessárias pessoas livres e criativas, e  que   saibam  compartilhar informações. O que é pouco comum nas empresas que estão a sub-utilizar o potencial humano de seus colaboradores.

Pois, ao invés de contratar os melhores, aqueles que reivindicariam direitos ou benefícios de participação e resultados que eles mesmos trouxeram para a organização, optaram por contratar os que se enquadrassem nas “normas” e custassem “menos” salários!

Agora cobram resultados de pessoas despreparadas e com vocação deslocada! Então o que fazer, enquanto gestor de pessoas e/ou dirigente empresarial? Agir rapidamente, revendo as posições e os talentos dos colaboradores. Buscar imediatamente ajustar o RH de forma estratégica.

Como programar o RH estratégico? Há quatro coisas a fazer imediatamente:

1) Ver claramente “para que a empresa existe”. Qual sua Missão? Que mercados objetiva?

2) Compartilhar essas informações com os colaboradores. Ouví-los quanto aos meios de realizá-la. Verificar quem se alinha ou não com ela. Assim definir quem fica e quem sai.

3) Investir na qualificação dos talentos identificados. Assim com a auto-estima elevada, eles terão motivação e encontrarão as soluções e oportunidades desejadas.

4) Mostrar que todos os colaboradores são importantes, independente de cargos ou funções que ocupem, estratégicos ou operacionais; e que o retorno de cada um será proporcional ao resultado que produzirem.

Estamos diante de uma maravilhosa oportunidade, de mostrar ao mundo, o “jeito brasileiro de gerir pessoas”. Com um RH Estratégico, alinhado com os objetivos da organização, e de forma compartilhada e respeitosa gerar negócios “ganha-ganha”, que satisfaçam e fidelizem clientes e colaboradores.

Cabe às empresas agirem imediatamente para aproveitar as oportunidades, e se não estiverem plenamente preparadas, encontrar apoio externo de especialistas em “Gestão Estratégica de RH”, para, imediatamente, fazer os ajustes necessários.

Os talentos é que encontrarão as oportunidades e os negócios adequados à empresa. Assim, não cabe aos dirigentes resolverem tudo, mas sim dar oportunidade e juntar talentos, para que eles resolvam os problemas e transformem as ameaças em oportunidades.

É o teste da matriz SWOT. Onde as forças, as oportunidades, as fraquezas e as ameaças, deverão ser reorganizadas de forma a vencer, vender e produzir resultados almejados, ou seja, maior lucratividade e expansão dos negócios.

Poder identificar oportunidades de negócios, ao identificar necessidades dos clientes e consumidores. Não é necessário inventar necessidades “falsas” pois, já existem inúmeras  “reais” a atender. Basta identificá-las.

Independente do mercado em que está atuando, sempre será a estratégica que definirá quem vence e quem perde. Pois, se as pessoas escolhem as metas, é bem verdade também que, as metas escolhem pessoas! Ou seja, quem não se alinha com o momento atual não agrega valor, e não fica.

Isso tudo pode ser feito com alegria e satisfação, ou com sofrimento e pesar. Depende da forma de olhar, e agir. Nada está definido ou é fixo tudo depende das escolhas que faremos a cada passo. Pois, como em 1929 nos EUA, muitos empobreceram e outros enriqueceram!

Foi a escolha que fizeram, enquanto pessoas e empresas. Nada é quente ou frio sem uma referência. Sempre é necessária uma referência para comparar e identificar a temperatura. Dez (10) graus é frio nos trópicos e quente nos pólos! Viram? Mudou a referência e a conclusão!

Assim também é com os negócios. Nossa fraqueza pode ser a nossa força, depende do posicionamento que lhe dermos. Comparando à que? Verificando o que interessa aos consumidores.

Todo conhecimento é válido, mas inerte. Quando é sentido, muda de significado e só então pode ser ação. Que se for repetida vai criar o hábito. Assim, temos que, atualmente, descobrir constantemente, novos conhecimentos, que transformem nossas emoções (sentindo-as), para gerar as ações necessárias ao momento atual.

Bem vindos à “Era da Incerteza”! Onde a cada momento, vamos redescobrindo os negócios e a forma de fazê-los. Assim desenvolvendo novos conhecimentos, sentindo-os e agindo, de forma criativa e eficaz, gerando bem estar aos indivíduos e resultados lucrativos as empresas.

Seja Feliz!

Professor Ricardo Fera – e-mail Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

[reprodução permitida desde que mencionado nome e site do autor: www.ricardofera.com].

 
Você está preparado para os desafios atuais? PDF Imprimir E-mail

[Sustentabilidade]

Essa “crise” mundial que a mídia vem divulgando, o que tem haver com você? Será afetado ou não? De que forma? Terá benefícios ou será prejudicado? Como entender o que está ocorrendo no mundo e nos negócios?

Há muitas leituras que podemos fazer da mesma situação. Aqui vamos escolher uma, que por sua vez não invalida outras que podem ser feitas. Cabe a cada um, entender e escolher como se posicionar.

Existem pessoas com tendências “paranóicas”, que estão sempre culpando outros por sua vida, e seus resultados. Sejam profissionais, afetivos, financeiros ou de amizades. Eles são os “santos” e os outros os “vilões”. O Mundo é algo perigoso, no ponto de vista dessas pessoas.

Outras, com tendências “depressivas”, entendem que o que ocorre é “culpa” delas! Como se tudo dependesse delas e do seu esforço. Assim se o mundo não vai bem, é culpa minha! Tenho que trabalhar mais e melhor, sem pedir nada em troca! Imaginam erroneamente.

No entanto, ambos estão equivocados em seus radicalismos. E parcialmente certos. Há realmente coisas que não dependem de nós, e sim de outros, do mercado, do mundo. Em outras, sim, podemos interferir, nos preparando e atuando de forma adequada ao momento.

Dessa forma, percebemos que o “caminho do meio” está mais perto do “real”. Há um universo em transformação, no qual está o planeta em que vivemos, a Terra, que por sua vez chamamos de “mundo”. Assim, pode-se falar em mundial e global, contrapondo-se ao local e individual.

Quando estamos “Reagindo” a algo, estamos “re”- “agindo”. Ou seja, agindo novamente. Agindo de novo. Isso não é liberdade é reflexo ao que ocorre independente da nossa vontade. Serve para sobreviver em situações de risco eminente, como era na pré-história.

No entanto, podemos e devemos, nos antecipar as situações! Como? Preparando-nos. Estudando, aprendendo, sendo flexíveis, estando atentos às tendências mundiais e aos acontecimentos, sem com isso nos envolvermos ou nos afligirmos. Entendendo como estar pronto para o mercado e para a vida, com flexibilidade.

Como saber o dia de amanhã? Não há como. No entanto, observando as pessoas, a mídia, as empresas, podemos perceber tendências. Percebemos que há coisas que se tornaram obsoletas e outras se tornarão necessárias. Isso independente da nossa vontade! É o caminhar natural dos acontecimentos.

Hoje uma pessoa que seja exímia datilógrafa, está com uma qualificação desnecessária ao mercado atual! No entanto, uma pessoa que tenha conhecimentos operacionais de informática é contratada com freqüência e relativa facilidade.

Como vemos, percebemos que os conhecimentos, as habilidades e as atitudes, são mutáveis e se adaptam as épocas em que se encontram. Cabe às pessoas, perceberem quais são necessárias agora e quais serão necessárias a seguir.

A “crise” mundial de credibilidade no sistema financeiro mostra sua fragilidade! E, também que esse modelo, imposto pelo “capitalismo” norte americano é frágil e ineficaz! A relação “imperialista” “ganha-perde” é injusta e inevitavelmente levaria ao “caos” como o atual.

As relações “ganha-ganha”, são atuais e sempre serão, pois são “ecológicas”, éticas, politicamente corretas, justas e sustentáveis. Assim serão através dos tempos. Tudo que é ético dará retorno, mesmo que demore um pouco.

Enquanto funcionários e colaboradores que somos, devemos perguntar a nós mesmos:- Como posso ajudar? Como posso colaborar para melhorar? Para crescer o negócio e a empresa em que trabalho? Onde estão as possibilidades de negócios? E as oportunidades de crescimento? Assim, respondendo a essas questões, poderemos agir de forma construtiva e coerente com o momento atual.

Temos que estar atentos, para estudarmos o que ainda não precisamos no momento, mas que no futuro será útil. Assim como: um outro idioma, uma tecnologia, uma formação acadêmica etc, ou seja, preparar-se é aprender algo que não precisamos no momento presente, mas poderá ser útil no futuro.

Anteriormente já se pensou que a “obrigação” de formação da mão de obra, fosse do empregador, mas com o tempo o que percebemos é que é sim, mas também e em maior parte, do próprio individuo, do próprio colaborador. Pois, afinal, se você não acreditar em você mesmo, não investir em você mesmo, quem fará isso? E por quê?

Ou seja, como disse Henri Ford:- “se você pensar que pode ou que não pode, você está certo”. A escolha é sempre sua! O que vai ser sua vida é a resultante das suas escolhas em relação ao meio em que vive.

Não há culpados externos ou internos! Há apenas escolhas e suas conseqüências. O conhecimento teórico tem que ser sentido (com o coração) para ser interiorizado e transformar-se em atitudes que geram resultados. Lembre-se: as empresas precisam é de resultados, é para isso que nos contratam, é para isso que nos pagam!

Assim concluímos que as pessoas, melhores preparadas, mais flexíveis, que investem em si mesmas, estão com as melhores oportunidades na vida! Não se trata de sorte ou azar, mas de atitude. De foco em objetivos e resultados.

Convido a você leitor, a fazer uma reflexão e escolher se vai ganhar ou perder com a “crise” mundial e atual. Lembrando que: nada resiste ao trabalho feito com flexibilidade, conhecimento, atitudes e habilidades.

Valorize a você mesmo, investindo no seu próprio potencial, naquilo que mais gosta de fazer. Aí estará o seu diferencial pessoal e intransferível. O seu Talento, que não pode ser comprado ou vendido, nem mesmo emprestado! É único, como você!

Faça do seu trabalho, sua diversão. Se o que você faz não lhe diverte, talvez não deva ser feito, ou então você é quem deve aprender a se divertir com ele.

Se escolher vencer, vencerá e mostrará o “jeito brasileiro” de trabalhar. De forma criativa, com flexibilidade, com humildade sim, mas com respeito e amor próprio, buscando a valorização de si e do seu trabalho. Estando focado em como gerar benefícios, será sempre contratado e recompensado pelo que faz.

Divirta-se.

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[reprodução permitida desde que mencionado nome e site do autor: www.ricardofera.com].


 
Relações Interpessoais PDF Imprimir E-mail

[Relacionamentos]

Relações Interpessoais! Por que não, relacionamentos? Sim é a mesma coisa, só que relacionamentos em nossa cultura, dão a falsa idéia de intimidades. No entanto, existem muitos tipos e níveis de relacionamentos! 

Relações Interpessoais, denota termos técnicos, mais profissionais, assim mais focados no estudo das relações entre as pessoas. Por definição e observando a Etimologia da palavra: “Relacionamentos” temos a seguinte composição: RE (repetição) + LACIONAR (laços, enlaçar) + MENTO (continuidade). Assim concluímos que “Relacionamento é: trocar laços continuamente”. Portanto se não houver troca, não há relacionamento!  

Quatro são os tipos de relacionamento: Pessoal, Profissional, Familiar e Afetivo. Cada qual com suas próprias características e aplicações que lhe são peculiares. Temos os fatores de confiança: Histórico, Competência, Integridade. Tolerância, afetividade e resultado esperado são os demais componentes do relacionamento.  

A dosagem e disposição de cada um desses componentes é que difere os tipos de relacionamentos. Ou seja, quanto tem de cada um, que proporção e conexão entre eles é que diferencia os relacionamentos. Assim, a confiança, a tolerância, a afetividade e o resultado esperado de cada tipo de relacionamento são diferentes.  

Exemplificando: no relacionamento profissional, prevalece o resultado esperado como fator predominante. Já no relacionamento familiar, prevalece a tolerância. No relacionamento pessoal, a confiança e no afetivo a afetividade prevalece. Caso isso não ocorra, o relacionamento entra em processo de degradação.  

Todos os relacionamentos tem todos os componentes, o que os diferencia é a proporção entre eles. Além disso, temos os níveis, que vão desde a discórdia, até a sincronicidade, perpassando pelo equilíbrio entre ambos. Que se for obtido, já será acima da média da maioria das pessoas.

A saúde provém dos relacionamentos. Portanto as doenças são conseqüências de relacionamentos inadequados ou da ausência de relacionamentos. No modelo “Bio-Psico-Social” temos: o físico, o psíquico e o social. Assim são dois fatores de relacionamento para um físico. As energias provenientes do psiquismo, quando não adequadamente canalizadas, vão para o físico de forma “somática”, assim gerando, então, as enfermidades.

Há dois motivos predominantes nas escolhas humanas: evitar o sofrimento e buscar o prazer. Todos temos os dois em nós, só que um predomina sobre o outro. Dessa forma criamos as nossas tendências de reação e comportamento. Seja evitando a dor ou buscando o prazer.

Das nossas escolhas advirão as conseqüências. Assim teremos escolhas primárias que predominam sobre as demais, e as secundárias que são conseqüências das primeiras. Ex: se você escolher se formar em uma profissão (escolha primária), vai ter que estudar para obter os créditos da graduação (escolha secundária). Essa não aparece no primeiro momento, mas é inevitável.

Quando ocorrem pensamentos repetitivos e por conseqüência comportamentos repetitivos, criamos a “automação” de atitudes, as rotinas. Analogamente, como as que em informática são chamadas de “rotinas”, as partes de programas que, quando iniciadas não podem ser interrompidas.

Da mesma forma ocorre com os humanos, com as reações rotineiras diante de situações diferentes, emitindo as mesmas reações já padronizadas. E nem sempre adequadas ao momento. Isso gera uma repetição sem escolha, o que não temos como chamar de liberdade! Se “todas” as vezes, uma pessoa reage da mesma maneira, será que ela escolheu, ou simplesmente repetiu a “rotina”?

Isso se dá devido às emoções não identificadas ou aceitas. As quais “jogamos” para o inconsciente em forma de repressão, pois não as aceitamos socialmente. Essas emoções, voltarão como rotinas que “escravizam” ou como enfermidades, por meio da somatização.

A atitude é como você reage ao que acontece com você. Assim é a sua “escolha” que, a todo momento lhe é dada. É o seu “livre arbítrio”, é o COMO você reage ao que acontece com você. Talvez você não se lembre de qual escolha primária anterior, lhe trouxe para essa situação atual, mas seguramente é você quem vai decidir como agir no presente momento.

Se o COMO reagir for harmônico com seu interior, e consequentemente com o universo, vai resultar em Felicidade interior. E isso vai se refletir ao seu redor, manifestando um “estado de ser” agradável. Esse vai facilitar as suas relações “intrapessoais” (com você mesmo), e consequentemente vão melhorar as suas relações interpessoais.

Seja Feliz!

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Psicanálise para Todos PDF Imprimir E-mail

Psicanálise

Psicanálise - a ciência / método criado por Freud há mais de 100 anos, revolucionou a psicologia da época e até mesmo hoje ainda influencia.

Como o próprio nome sugere, trata-se da análise – termo emprestado da química – da Psique. Expressão grega para se referir à alma. Mas, ele como Médico Neurologista, no que estaria se referindo à alma?

Se Psique é ou se relaciona com a alma, precisamos compreender a que se refere quando usamos a palavra alma e / ou Psique. Como alma, dá uma conotação religiosa, e ele como Médico, Professor e Cientista queria ser mais preciso, usou o vocábulo grego Psique. Que tem uma conotação mais ampla e aberta.

Psique refere-se a: Alma, Mente, Emoção. Tudo ao mesmo tempo. Assim, o estudo e a análise da mente e da emoção humana simultaneamente. Para essa análise, assim como o médico observa os sintomas apresentados pelo paciente, o Psicanalista, observa o comportamento apresentado pelo paciente.

Por meio da “atenção flutuante”, das perguntas ao paciente, referente ao seu comportamento, ajuda-o a encontrar as causas de tal procedimento. O comportamento sendo, parcialmente consciente e suas causas provindas do inconsciente; a descoberta do inconsciente e seu estudo causou grandes mudanças na psicologia e na forma de ver e entender a vida humana.

Como, grande parte do que somos ainda não conhecemos, e o estudo da mente ainda tem muito a desvendar, a Análise, o Estudo, na busca do Entendimento de como funciona a mente humana, só tem contribuído para o bem estar, a saúde a felicidade humana. 

A Investigação das Causas dos Sentimentos buscando os motivos dos Comportamentos nos leva as sensações que são referências de bem-estar ou mal-estar. Influenciam a nossa forma de perceber o mundo e reagir a ele.  

Sensações como: Medo, Angústia, Depressão, Tristeza, Solidão, Agressividade exacerbada não podem ser desprezadas ou simplesmente tratadas como um sintoma “físico” para o qual se ministra uma substância medicamentosa – ou seja, droga – para a supressão do sintoma, sem entender sua causa e sua importância para aquela pessoa, individualmente. Porque, como todo ser humano, é único, intransferível, insubstituível e merece ser tratada como tal.

A Instabilidade Emocional, a Dificuldade de Comunicação e nos Relacionamentos é uma indicação, entre outras, de que temos causas desconhecidas a investigar. Que, ao encontrá-las, nos tornamos livres e senhores de nossas escolhas. Não mais reféns de memórias e experiências do nosso passado que geram ações impulsivas e inconscientes.

A felicidade como bem estar é diferente de euforia, alegria, como muitos pensam ser a felicidade. Ela é um estado de bem estar interior, que permite momentos de euforia e de tristeza temporários, e que retornam ao equilíbrio do bem estar. Esse Ser Humano Feliz, Adequado ao seu momento atual, conseguiu o equilíbrio de três aspectos da personalidade, do modelo Freudiano.

Freud elaborou o Modelo de análise da psique em: Ego, ID e Super Ego. Sendo que analogicamente podemos associar: o Ego ao comportamento adulto, ID ao comportamento infantil que tudo deseja, e o Super Ego ao comportamento de limites e parâmetros, as normas e padrões de conduta pré-estabelecidos. Da dinâmica desses aspectos, temos a saúde ou a patologia da psique.

A Repetição de situações, de sentimentos e emoções em nossas vidas, muitas vezes em momentos e situações inadequadas, nos levam a percebem o que foi identificado por Freud como pulsão. Ou seja, impulsos do inconsciente que têm grande influência sobre o nosso comportamento. Todos temos e pouco as controlamos.

São elas a: Pulsão de Vida e a Pulsão de Morte. Uma nos leva a ter o instinto de sobrevivência, de auto-preservação, de busca pela vida. E outra, nos leva a busca pela morte, a auto-destruição, ao fim que a vida nos leva, a morte, só que em momentos inadequados e precoce. Causam a auto-sabotagem.

Freud, Jung entre outros estudiosos da psique, iniciaram um caminho que não tem fim... a investigação da mente humana e seus envolvimentos com o bem estar, a saúde, a qualidade de vida. Buscando, por meio do conhecimento das causas a libertação e o bem estar de vida no presente.

Em breves palavras como essas, não pretendíamos e nem poderíamos esgotar esse tema. Muito mais há por dizer e aprender. Aqui, apenas fizemos algumas provocações, que aos mais curiosos, desencadeará suas próprias pesquisas.

Fica claro que psicanálise é para todos, e não para pessoas “doentes”. Todo mundo pode melhorar e usufruir em sua vida, dos benefícios da Psicanálise.  O Tempo de duração é em torno de dois anos para a maioria dos casos. Muito diferente de outros tratamentos que levam muitos anos! E mais, não gera dependência entre o Psicanalista e o paciente! Proporciona sim, liberdade para todos os que, por meio do conhecimento das causas, podem escolher seu comportamento e os caminhos para sua vida.  

Seja Feliz!  

Professor Ricardo Fera – e-mail Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

[reprodução permitida desde que mencionado nome e site do autor: www.ricardofera.com].

 
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