| Sua empresa está preparada para enfrentar os desafios atuais? |
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Sustentabilidade Há muita agitação no mercado, na mídia, sobre a crise de credibilidade que sofrem os mercados financeiros mundiais. É lamentável a displicência de governantes de grandes países e dirigentes de empresas que lesaram seus clientes pelo mundo a fora! Isso deve-se ao modelo obsoleto e falido de gestão de RH, imposto pela forma de gestão e cultura organizacional norte americana. A cultura do “ganha – perde” implantada por eles, e obviamente injusta! Causa prejuízos aos envolvidos! Sabe-se no Brasil, e de longa data, que só é bom e devemos fazer negócio se for “ganha x ganha”! Isso evita os problemas decorrentes de ações antiéticas e tendenciosas, como as vistas atualmente. Muitas empresas, durante muitos anos, contrataram funcionários abaixo de suas reais necessidades! Principalmente intelectuais, sob a justificativa de que esses reivindicariam menos, devido a sua auto-estima ser muito baixa! Esse momento atual é cheio de oportunidades para investir e fazer crescer. Só que para isso, são necessárias pessoas livres e criativas, e que saibam compartilhar informações. O que é pouco comum nas empresas que estão a sub-utilizar o potencial humano de seus colaboradores. Pois, ao invés de contratar os melhores, aqueles que reivindicariam direitos ou benefícios de participação e resultados que eles mesmos trouxeram para a organização, optaram por contratar os que se enquadrassem nas “normas” e custassem “menos” salários! Agora cobram resultados de pessoas despreparadas e com vocação deslocada! Então o que fazer, enquanto gestor de pessoas e/ou dirigente empresarial? Agir rapidamente, revendo as posições e os talentos dos colaboradores. Buscar imediatamente ajustar o RH de forma estratégica. Como programar o RH estratégico? Há quatro coisas a fazer imediatamente: 1) Ver claramente “para que a empresa existe”. Qual sua Missão? Que mercados objetiva? 2) Compartilhar essas informações com os colaboradores. Ouví-los quanto aos meios de realizá-la. Verificar quem se alinha ou não com ela. Assim definir quem fica e quem sai. 3) Investir na qualificação dos talentos identificados. Assim com a auto-estima elevada, eles terão motivação e encontrarão as soluções e oportunidades desejadas. 4) Mostrar que todos os colaboradores são importantes, independente de cargos ou funções que ocupem, estratégicos ou operacionais; e que o retorno de cada um será proporcional ao resultado que produzirem. Estamos diante de uma maravilhosa oportunidade, de mostrar ao mundo, o “jeito brasileiro de gerir pessoas”. Com um RH Estratégico, alinhado com os objetivos da organização, e de forma compartilhada e respeitosa gerar negócios “ganha-ganha”, que satisfaçam e fidelizem clientes e colaboradores. Cabe às empresas agirem imediatamente para aproveitar as oportunidades, e se não estiverem plenamente preparadas, encontrar apoio externo de especialistas em “Gestão Estratégica de RH”, para, imediatamente, fazer os ajustes necessários. Os talentos é que encontrarão as oportunidades e os negócios adequados à empresa. Assim, não cabe aos dirigentes resolverem tudo, mas sim dar oportunidade e juntar talentos, para que eles resolvam os problemas e transformem as ameaças em oportunidades. É o teste da matriz SWOT. Onde as forças, as oportunidades, as fraquezas e as ameaças, deverão ser reorganizadas de forma a vencer, vender e produzir resultados almejados, ou seja, maior lucratividade e expansão dos negócios. Poder identificar oportunidades de negócios, ao identificar necessidades dos clientes e consumidores. Não é necessário inventar necessidades “falsas” pois, já existem inúmeras “reais” a atender. Basta identificá-las. Independente do mercado em que está atuando, sempre será a estratégica que definirá quem vence e quem perde. Pois, se as pessoas escolhem as metas, é bem verdade também que, as metas escolhem pessoas! Ou seja, quem não se alinha com o momento atual não agrega valor, e não fica. Isso tudo pode ser feito com alegria e satisfação, ou com sofrimento e pesar. Depende da forma de olhar, e agir. Nada está definido ou é fixo tudo depende das escolhas que faremos a cada passo. Pois, como em 1929 nos EUA, muitos empobreceram e outros enriqueceram! Foi a escolha que fizeram, enquanto pessoas e empresas. Nada é quente ou frio sem uma referência. Sempre é necessária uma referência para comparar e identificar a temperatura. Dez (10) graus é frio nos trópicos e quente nos pólos! Viram? Mudou a referência e a conclusão! Assim também é com os negócios. Nossa fraqueza pode ser a nossa força, depende do posicionamento que lhe dermos. Comparando à que? Verificando o que interessa aos consumidores. Todo conhecimento é válido, mas inerte. Quando é sentido, muda de significado e só então pode ser ação. Que se for repetida vai criar o hábito. Assim, temos que, atualmente, descobrir constantemente, novos conhecimentos, que transformem nossas emoções (sentindo-as), para gerar as ações necessárias ao momento atual. Bem vindos à “Era da Incerteza”! Onde a cada momento, vamos redescobrindo os negócios e a forma de fazê-los. Assim desenvolvendo novos conhecimentos, sentindo-os e agindo, de forma criativa e eficaz, gerando bem estar aos indivíduos e resultados lucrativos as empresas. Seja Feliz! Professor Ricardo Fera – e-mail Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. [reprodução permitida desde que mencionado nome e site do autor: www.ricardofera.com]. |
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